"Longe é um lugar perto que se chega com paciência."
(Fábio Ibrahim El Khoury)

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Boas Festas Consciente!

Boas Festas!

Feliz 2015 com mais pessoas conscientes sobre si mesmo!

Fábio


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Boa sorte e Feliz 2015 com mais pessoas conscientes!!!
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É claro que o que elas estão dizendo, na verdade é: "Vou te dizer QUEM EU SOU"... vocês conhecem o famoso ditado: Nós não vemos as coisas como elas são, nós vemos as Coisas como NÓS somos"?! ---- Eckhart Tolle


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Krishnamurti: Podem as imagens chegar ao fim, e o pensamento olhar para tudo na vida de novo?


Krishnamurti



Podem as imagens chegar ao fim, e o pensamento olhar para tudo na vida de novo?

É possível observar sem o pensador? Eu olho para tudo com uma imagem, com um símbolo, com memória, conhecimento. Olho para meu amigo, para minha esposa, meu vizinho, o chefe, com a imagem que o pensamento construiu. Olho para minha esposa com a imagem que tenho dela, e ela me olha com a imagem que tem de mim: a relação é entre estas duas imagens. Este é um fato, não é uma invenção de minha parte, é um fato! O pensamento construiu estes símbolos, imagens, ideias. Posso eu olhar, primeiro, a árvore, a flor, o céu, a nuvem, sem uma imagem? A imagem da árvore é a palavra que aprendi dando certo nome à árvore, diz sua espécie e lembra sua beleza. Posso olhar àquela árvore, àquela nuvem, àquela flor, sem pensamento, sem a imagem? Isso é bem fácil de fazer, se você já fez. Mas posso eu olhar sem imagem para um ser humano do qual sou íntimo, que considero como esposa, marido, filho? Se não posso, não existe relação verdadeira: a única relação é entre as imagens que nós dois temos. Então, posso olhar a vida, as nuvens, as estrelas, as árvores, o rio, o pássaro voando, minha esposa, meu filho, meu vizinho, toda esta terra – posso olhar tudo isso sem a imagem? Embora você tenha me insultado, embora tenha me ferido, embora tenha dito coisas sórdidas sobre mim ou me elogiado, posso olhar para você sem a imagem ou a memória do que você me fez ou me disse? Vejam a importância disto, pois apenas uma mente que retém as memórias de ferida, de insulto, está pronta para perdoar se ela tem essa inclinação de fato. A mente que não fica armazenando seus insultos, os elogios que recebe, não tem nada para perdoar ou não perdoar; e, assim, não há conflito. O pensamento criou estas imagens, interiormente e exteriormente. Podem as imagens chegar a um fim, e o pensamento olhar tudo na vida de novo? Se você puder fazer isto, descobrirá que sem seu esforço consciente, deliberado, para mudar, a mudança aconteceu, uma mudança radical. A maior parte das pessoas é ambiciosa; elas querem ser alguém: autores, pintores, homens de negócios ou políticos. Sacerdotes querem ser arcebispos. O pensamento criou esta sociedade e vê a vantagem de se tornar poderoso, dominante, uma pessoa importante, o que só acontece pela ambição. O pensamento criou a imagem pela observação do homem no poder e quer o prazer de possuir uma grande casa, ter um retrato nos jornais e todo o resto. Pode-se viver neste mundo sem ambição, sem a imagem do prazer que o pensamento criou? Pode-se funcionar tecnologicamente, externamente, sem este veneno da ambição? Isto pode ser feito, mas só é possível quando compreendemos a origem do pensar e compreendemos realmente, factualmente, a irrealidade desta divisão entre o observador e o observado. Aí podemos prosseguir, porque, então, a virtude tem um significado totalmente diferente. Não é a virtude moral de uma sociedade horrível, corrupta, mas a virtude que é ordem. A virtude, como a humildade, não é uma coisa para ser cultivada pelo pensamento. O pensamento não é virtuoso; ele é burguês, mesquinho, e o pensamento não pode, possivelmente, compreender amor ou virtude ou humildade.


- Krishnamurti, Collected Works, Vol. XVI,169,Choiceless Awareness

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Oito Versos para Treinar sua Mente






Domingo
Com o desejo de atingir a iluminação
Para o bem de todos os seres sencientes,
Que superam até mesmo a Joia que Realiza Desejos,
Que eu possa apreciá-los constantemente



Segunda
Sempre que estiver com os outros,
Que eu me considere o menos importante
E, do fundo do coração,
Aprecie todos e os considere supremos.



Terça
Em todas as atividades, que eu examine a minha mente
E, assim que emoções aflitivas surgirem,
Pondo em perigo a mim e aos outros,
Que eu as confronte e as evite com firmeza.


Quarta
Sempre que eu vir um ser maldoso,
Tomado por intensa negatividade e sofrimento,
Que eu o aprecie como algo raro,
Como quem se depara com um tesouro inestimável.



Quinta
Quando os outros por inveja
Me destratarem com calúnias e insultos,
Que eu tome a derrota para mim
E lhes ofereça o triunfo.



Sexta
Quando alguém a quem ajudei
Com tanta esperança e expectativa
Me magoar profundamente e sem razão,
Que eu o considere como meu mestre sublime.



Sábado
Em resumo, que eu possa, direta e indiretamente,
Oferecer felicidade e paz a todas as minhas mães;
E tomar secretamente sobre mim
Toda a sua maldade e sofrimento.



Todos os dias
Que, em todas essas [ocasiões], a minha mente não seja maculada
Pelas oito preocupações comuns
E saiba que todas as coisas são ilusões:
Livre de apego, que eu possa libertar todos os seres do cativeiro.

por Langri Thangpa (1054-1123)


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**** As oito preocupações mundanas são:
1. Gostar de ser elogiado
2. Não gostar de ser criticado
3. Gostar de ser feliz
4. Não gostar de ser infeliz
5. Gostar de ganhar
6. Não gostar de perder
7. Desejar ser famoso
8. Não gostar de ser ignorado



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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Ação sem reação




Ação sem reação


A ideia, o conceito, o padrão nasce de nosso pensar, que se baseia em nosso condicionamento. Todo nosso pensar, conquanto nobre, refinado ou sutil, é o resultado de nossa experiência, de nosso conhecimento. Não existe pensar sem o passado. Nosso pensamento é, meramente, a reação da memória. E estou falando de ação sem reação, o que significa viver sem pensamento como reação da memória. 


- Krishnamurti, Collected Works, Vol. XIII,233, Action

O Eterno Agora - Deepak Chopra




O Eterno Agora


Toda a felicidade e realização que os seres humanos anseiam existe no momento presente.

No agora, o tempo pára de existir e nós experimentamos uma presença que é toda absorvente, completamente em paz, e totalmente satisfatória.

Nada pode estar mais próximo do que o presente, no entanto, nada nos escapa mais rápido.

Em um instante a nossa mente nos leva para longe em memórias do passado ou fantasias sobre o futuro.

Ou nós podemos nos perceber em uma corrida contra o relógio, sentindo como se nunca existisse tempo suficiente.

Nós dizemos coisas como “O tempo está voando”, “O tempo está se acabando”, ou “Nunca existem horas suficientes em um dia.”

De algum modo nós nos esquecemos que escolhemos se queremos que o tempo seja nosso inimigo ou um aliado. Nós podemos mudar de uma percepção presa ao tempo para uma percepção atemporal para o êxtase que somente pode ser encontrado no momento presente.

Se você quer ter todo o tempo do mundo, você pode treinar a si mesmo através das seguintes práticas simples:

Pratique o prestar atenção.

Durante o seu dia, quando notar que seus pensamentos se dispersaram, volte para onde você está. Instantaneamente você verá porque se distraiu, seja porque estava entediado, ansioso, vivendo no passado, ou antecipando o futuro.

Não julgue a si mesmo; simplesmente retorne sua atenção para o que está na sua frente nesse momento.

Sinta as sensações do seu corpo.

Enquanto que a mente vive no passado e no futuro, o corpo vive no agora. Conectar-se aos sentimentos do seu corpo faz com que você retorne à consciência do momento presente.

Os nossos pensamentos estão sempre nos puxando para o futuro ou para o passado, para longe do presente.

Porém é no momento presente que nós encontramos o Espírito, o nosso ser essencial e a força que anima toda a vida.

Ao se conectar com o presente nós voltamos a nossa atenção para dentro, para longe de todo o caos e atividade e experimentamos a nossa eterna e ilimitada natureza.

 
Deepak Chopra

O problema tem o tamanho que você dá pra ele

Algo pra não esquecer
 
Sua presença é um presente para o mundo.
Você é único e só há um igual a você.
Sua vida pode ser o que quiser que ela seja.
Viva os dias, apenas um de cada vez.
Conte suas bênçãos, não seus problemas.
Você os superará venha o que vier.
Dentro de você há muitas respostas.
Compreenda, tenha coragem, seja forte.
Não coloque limites em si mesmo.
Muitos sonhos estão esperando para serem realizados.
As decisões são muito importantes para serem deixada ao acaso.
Alcance seu máximo, seu melhor e seu prêmio.
Nada consome mais energia do que a preocupação.
Quanto mais tempo se carrega um problema, mais pesado ele fica.
Não leve as coisas tão a sério.
Viva uma vida de serenidade, não de arrependimentos.
Lembre-se de que um pouco de amor dura muito.
Lembre-se muito disso: "dura para sempre".
Lembre-se que a amizade é um investimento sábio.
Os tesouros da vida são todas as pessoas.
Perceba que nunca é tarde demais.
Faça coisas simples e de forma simples.
Tenha saúde, esperança e felicidade.
Encontre tempo para fazer pedidos a uma estrela.
E nunca jamais esqueça,por se quer um dia
O quanto você é especial !!!
E sempre se lembre Sorria !!


(Tatiane Costa )

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Krishnamurti - A meditação é essencial à vida



 
A meditação é essencial à vida

Para compreender a totalidade deste problema da influência, a influência da experiência, a influência do conhecimento, de motivos internos e externos, para descobrir o que é verdadeiro e o que é falso e ver a verdade no chamado falso – tudo isso requer tremendo insight, uma profunda compreensão interior das coisas como elas são, não é? Todo este processo é, certamente, o caminho da meditação. A meditação é essencial à vida, à nossa existência diária, como a beleza é essencial. A percepção da beleza, a sensibilidade às coisas, às feias bem como às belas, é essencial para ver uma bela árvore, um lindo céu ao anoitecer, ver o vasto horizonte onde as nuvens se reúnem no pôr-do-sol. Tudo isto é necessário, a percepção da beleza e a compreensão do caminho da meditação, pois tudo isso é vida, como também é você ir ao escritório, as discussões, misérias, o esforço perpétuo, angústia, os medos profundos, amor e o sofrimento da fome. Ora, a compreensão deste processo total da existência – as influências, os sofrimentos, o esforço diário, a perspectiva autoritária, as ações políticas e assim por diante – tudo isto é vida, e o processo de compreender isto tudo, e libertar a mente, é meditação. Se a pessoa realmente compreende esta vida então há sempre um processo meditativo, sempre um processo de contemplação, mas não a respeito de alguma coisa. Estar consciente de todo este processo da existência, observá-lo, entrar nele desapaixonadamente, e se libertar dele, é meditação.

- Krishnamurti, J. Krishnamurti, The Book of Life

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Chuang Tzu e o Sonho da Borboleta




Era uma noite fresca na China antiga. Um amigo de Chuang Tzu foi procurá-lo numa estalagem local. Chegando lá, encontrou-o sentado numa mesa, bebericando seu chá com um semblante contemplativo.
– Aí está você ! – disse o amigo de Chuang Tzu. – Achei que estivesse contando a todos mais uma de suas histórias. Por quê está tão calado?
– Há uma questão em minha mente – disse Chuang Tzu. – Uma questão sobre a existência.
– Entendo. Você quer que eu lhe deixe sozinho com seus pensamentos?
– Não, gostaria de compartilhá-la com você. Talvez você possa me ajudar com sua perspectiva.
– Minha perspectiva é de pouco valor, mas ficarei contente em ouvir – ele puxou uma cadeira.
– Saí para uma caminha no final da tarde –, começou Chuang Tzu. – Fui até um de meus lugares preferidos embaixo de uma grande e frondosa árvore. Ali sentei e comecei a pensar no significado da vida. Estava tão fresco e agradável que logo relaxei e peguei no sono. Comecei então a sonhar que estava sobrevoando um belo campo florido. Olhei para trás e vi que tinha asas. Elas eram grandes e bonitas e se agitavam rapidamente. Eu havia me transformado numa borboleta! Senti uma enorme sensação de liberdade e alegria ao voar suavemente em qualquer direção que quisesse. Tudo nesse sonho parecia completamente real em todos os sentidos, tanto que, depois de um tempo, eu me esqueci por completo que um dia fora Chuang Tzu. Eu era simplesmente uma borboleta e nada mais.
– Eu tive sonhos em que voava, mas nunca como uma borboleta – o amigo respondeu. – Esse sonho me parece uma experiência maravilhosa.
– E foi, mas como todas as coisas, cedo ou tarde teve que acabar. Lentamente, acordei e percebi que eu era novamente Chuang Tzu. Isso é que me intriga.
– O que há de tão intrigante? Você teve um belo sonho, só isso.
– E se eu estiver sonhando agora? Essa conversa que estou tendo com você parece real em todos os sentidos, assim como meu sonho. Eu achei que era Chuang Tzu que tivesse sonhado ser uma borboleta. Mas, e se sou uma borboleta que, agora mesmo, está sonhando ser Chuang Tzu?
– Bem, eu posso lhe afirmar que você é realmente Chuang Tzu e não uma borboleta.
Chuang Tzu sorriu: – Você pode ser simplesmente parte do meu sonho, nem mais nem menos real do que qualquer outra coisa. Assim, não há nada que você possa fazer para me ajudar a identificar a distinção entre Chuang Tzu e a borboleta. Essa, meu amigo, é a questão essencial sobre a transformação da existência.


Primeira Lição: Unidade

Ao conectar-se com a borboleta, Chuang Tzu está dizendo que todas as coisas vivas estão unidas pela força de vida contida dentro delas. O esforço para sobreviver e prosperar em nós é o mesmo que existe em tudo, desde a maior das criaturas até o menor dos insetos. Quando reconhecemos isso, podemos começar a enxergar a nós mesmos como parte da natureza, ao invés de separados dela.
Chuang Tzu escolheu a borboleta deliberadamente para enfatizar este ponto. Em termos de aparência, uma borboleta parece tão diferente de um ser humano quanto qualquer outra coisa pode ser. Todavia, em um nível fundamental, ela é exatamente como nós – uma manifestação da vida, e, assim sendo, do Tao no mundo material.
Se nós podemos dizer isso de uma borboleta, então podemos dizer sobre tudo. Portanto, uma das verdades mais básicas do mundo é que tudo é um.


Segunda lição: A vida é como um sonho

Chuang Tzu também aponta nessa história que um sonho pode parecer tão real quanto nossa vida desperta. Todas as visões, sons, sentimentos e emoções num sonho são tão vividos e intensos quanto nossa experiência em vigília.
Essa lição é um exercício de desprendimento em duas áreas de vida: obsessões emocionais e obsessões materiais. A chave dessa lição é o percebimento de que se podemos ver como os sonhos podem parecer completamente reais, a realidade também pode ser vista como um sonho.
Nós podemos ficar emocionalmente obsessivos ao interagir com outros. Quando alguém diz algo positivo sobre nós, nos agarramos a seus elogios e aprovações; porém, quando alguma coisa negativa é dita, nos apegamos a sentimentos destrutivos de ser ofendido ou atacado.
Peguemos o lado negativo como exemplo. Suponhamos que alguém tenha lhe dito algo extremamente insultante e você ficou zangado. É seu desejo recuperar a tranqüilidade, mas sua raiva torna isso impossível. O que fazer?


Primeiro passo: lembre-se do alerta de Chuang Tzu sobre a equivalência entre o estado de sonho e a realidade. Se você experienciar o insulto num sonho, você também se sentirá magoado, ofendido e raivoso.
Segundo passo: perceba que você já tem a habilidade natural de lidar com tal situação. Se o evento ocorre num sonho, você simplesmente o coloca de lado ao acordar. É apenas um sonho, tudo está bem afinal. Todos nós já fizemos isso antes. Somos todos “experts” em lidar com sonhos ruins.
Terceiro passo: Aplique essa habilidade natural para lidar com suas emoções negativas. Embora o evento tenha realmente acontecido, sua reação emocional a ele é exatamente idêntica. Essa equivalência básica lhe dá a chave para lidar com sua raiva. Encare a negatividade como se fosse um pesadelo, e reflita sobre como, em alguns sentidos, isso é literalmente verdadeiro. Logo você descobrirá que deixar a raiva ir não é algo tão difícil quanto pensava.


Terceira Lição: Despertar a Consciência
Tornar-se totalmente desperto é uma poderosa metáfora no cultivo espiritual. A palavra “Buda” significa, literalmente, alguém que se tornou completamente desperto. Comparado a esse estado, nosso ordinário estado de consciência se assemelha ao sono, e tudo que consideramos real na vida parece não ter mais realidade do que um sonho que se desvanece em nada.
Isso pode ser difícil de entender. Afinal de contas, nesse exato momento você provavelmente se sinta bastante desperto. Por quê então alguém diz que você está dormindo quando você sabe que não está?
A verdade é que a grande maioria das pessoas opera num baixo nível de consciência na maior parte do tempo. Considere a última vez que você trancou a porta, foi embora e depois teve de voltar para verificar se a tinha realmente trancado. Ou pense em quando você entrou num quarto e não conseguiu se lembrar do motivo de ter entrado ali. Você estava procurando por algo? Se sim, o que era? A única chance de se lembrar foi refazer seus passos para se reconectar a seu intento original.
Se você já passou por alguma das experiências citadas acima, então você já compreende o que Chuang Tzu quer dizer. Ao passarmos pelos movimentos diários da existência, nós parecemos estar sonambulando a maior parte do tempo. De vez em quando temos um momento de claridade, como uma pessoa que dorme, e acorda apenas o suficiente para verificar o despertador, voltando logo depois ao seu sono.
Como podemos estar plenamente despertos? Isso é algo que requer um esforço persistente. Os cultivadores do Tao que focam esse aspecto da vida, praticam consistentemente o “estar presente”. Através de diligente repetição, eles desenvolvem o hábito de sempre se perguntarem “O que estou fazendo agora?” e “O que está acontecendo ao meu redor agora mesmo?”. Pessoas que assim procedem, invariavelmente, fazem descobertas surpreendentes. Eles pegam a si mesmos fazendo coisas sem o menor sentido, ou de repente ficam cônscios de algo significativo e óbvio que, de alguma forma, não haviam se dado conta antes. E quanto mais praticam estar “no momento”, mais naturalmente e com mais freqüência isso ocorre.

Quarta lição: Transformação

A última lição de Chuang Tzu é também a mais importante. A borboleta é crucial na estória, pois representa a liberdade – um libertador estado de espiritualidade onde transcende-se o medo, assim como uma borboleta voando livre das limitações impostas pela gravidade. Um cultivador do Tao que atinge essa liberdade se torna um indivíduo ilimitado, não atado por apegos emocionais e materiais que restringe a maioria das pessoas.
A transformação a que Chuang Tzu se refere nessa história, em conjunção com a borboleta, formam uma imagem poderosa que representa o processo completo do cultivo do Tao. Nós começamos fazendo lento progresso, aprendendo uma lição após outra, assim como a lagarta rastejando lentamente, comendo e fazendo seu caminho através das folhas.
Após suficiente acúmulo de conhecimento durante um longo período, a mente começa a processar a informação, extraindo sabedoria da alma. Essa é uma época de meditação, reflexão e quietude, bastante parecida ao completo crescimento da lagarta evoluindo ao estágio da crisálida.
Assim começa a metamorfose mágica. Pequeninas asas, quase imperceptíveis, se expandem rapidamente tornando-se cada vez maiores. Uma transformação espetacular acontece, e uma bela criatura emerge da crisálida. A criança tornou-se adulta.
Do mesmo modo, alguém que passa pela metamorfose do Tao se transforma em uma nova pessoa. O cultivador do Tao se transformou num sábio. As asas da espiritualidade se expandiram e ficaram muito maiores, mais coloridas e belas.
Agora podemos ver ainda mais claramente que Chuang Tzu escolheu a borboleta com cautelosa deliberação. Está também bastante óbvio o motivo de a borboleta representar Chuang Tzu na cultura chinesa. Cada peça do quebra-cabeça se encaixa tão perfeitamente que não poderia ser colocada de outra forma.
Chuang Tzu quer nos dizer com essa história que todos temos o potencial de nos transformar em borboleta?
Sim, mas não sem primeiro passar pelo estágio da larva e da pupa. Saltar diretamente para o estágio da borboleta pode apenas ser um sonho que logo acaba. Se você encontrar pessoas que afirmam serem iluminadas, tenha cuidado, pois muito provavelmente são apenas lagartas, não muito diferentes de você ou eu. Elas até podem estar convencidas de que são borboletas, mas isso ocorre porque estão sonhando.
O que Chuang Tzu nos deu foi um vislumbre do que podemos alcançar através do cultivo do Tao. Se tivermos paciência, diligência e fé enquanto procuramos e consumimos folhas nutritivas, virá o dia em que entraremos no estágio da crisálida e finalmente emergiremos dali. Daí então, descobriremos que a alegre liberdade da borboleta não é mais apenas um sonho!

Por Derek Lin
Tradução do inglês por Anderson Taira
 

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Louise Hay - A vida é livre e fácil



A VIDA É LIVRE E FÁCIL


Até onde estamos dispostos a ir quando expandirmos os horizontes de nossa mente?
A vida, de fato, é fluida e fácil. Difícil e limitado é nosso modo de pensar, que se baseia em sentimentos de vergonha e inadequação. Para crescer e mudar, precisamnos primeiro nos livrar dos velhos padrões limitadores para abrir lugar ao novo. Ou será que já sabemos tudo? Quem pensa dessa maneira não se permite evoluir. Será que você aceita de fato que existe u Poder e uma Inteligência maior do que a sua? Se pensa que não existe nada além de você, com certeza está sempre assustado(a).
Quando tomamos consciência de que existe um Poder e uma Inteligência muito maiores e mais brilhantes do que o poder e inteligência de qualquer ser humano e que eles trabalham para nosso bem, podemos facilmente ampliar nossos horizontes e entrar num espaço mental onde a vida opera sem obstáculos.


de Meditações para Curar sua Vida, de Louise Hay.


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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Jiddu Krishnamurti - Livre da rede do tempo






Livre da rede do tempo


Sem meditação, não existe autoconhecimento; sem autoconhecimento, não existe meditação. Então você tem que começar a saber o que você é. Você não pode ir longe sem começar perto, sem compreender o processo diário do pensamento, sentir, e ação. Em outras palavras, o pensamento tem que compreender seu próprio trabalho, e quando você vê a si mesmo funcionando, observará que o pensamento vai do conhecido para o conhecido. Você não pode pensar no desconhecido. Aquilo que você conhece não é real porque o que você conhece existe só no tempo. Para se libertar da rede do tempo é preciso interesse, não pensar a respeito do desconhecido, pois, você não pode pensar no desconhecido. As respostas para suas preces são do conhecido. Para receber o desconhecido, a própria mente deve se tornar o desconhecido. A mente é o resultado do processo de pensamento, o resultado do tempo, e este processo de pensamento deve chegar ao fim. A mente não pode pensar naquilo que é eterno, infinito; portanto, a mente deve estar livre do tempo, o processo de tempo da mente deve ser dissolvido. Só quando a mente está completamente livre do ontem, e não está usando o presente como meio para o futuro, ela é capaz de receber o eterno. Portanto, nosso interesse em meditação é conhecer a si mesmo, não só superficialmente, mas todo o conteúdo da consciência interior, oculta. Sem conhecer tudo isso e estar livre desse condicionamento você não pode ir além dos limites da mente. Por isso o processo da mente deve cessar, e para essa cessação deve haver o conhecimento de si mesmo. Portanto, meditação é o início da sabedoria, que é compreensão de sua própria mente e coração.

- Krishnamurti, J. Krishnamurti, The Book of Life


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Joseph Murphy - Como a autossugestão afasta o medo

 
COMO A AUTOSSUGESTÃO AFASTA O MEDO

      Exemplos de autossugestão: Autossugestão significa sugerir algo definido e específico a si próprio. Herbert Parkyin, em seu excelente livro sobre autossugestão, registra o seguinte caso, que tem aspectos divertidos e, portanto, deve ser recordado: "Um nova-iorquino em visita a Chicago olha o seu relógio, que está uma hora adiantado em relação ao horário de Chicago, e diz a um amigo de Chicago que são 12 horas. O amigo de Chicago, sem pensar na diferença de horário entre Chicago e Nova York, diz que está com fome e precisa ir almoçar." 
     A autossugestão pode ser utilizada para expulsar vários temores e outros condicionamentos negativos. Uma jovem cantora foi convidada a dar uma audição. Ela esperava há muito por tal ocasião, mas nas três oportunidades anteriores que tivera falhara miseravelmente, devido ao seu medo de fracassar. Essa jovem possuía uma boa voz, mas vivia dizendo a si mesma: "Quando chegar a minha oportunidade de cantar, talvez não gostem de mim. Tentarei, mas estou cheia de medo e angústia".
     O seu subconsciente aceitava essas autossugestões negativas como um pedido e tratava de torná-las manifestas e presentes em sua experiência. A causa do seu fracasso era, portanto, uma autossugestão involuntária, isto é, pensamentos de medo silenciosos, emocionalizados e subjetivados.
      Ela superou tudo isso com a seguinte técnica : três vezes por dia trancava-se sozinha num quarto. Sentava-se confortavelmente em uma poltrona, relaxava o corpo e fechava os olhos. Serenava a mente e o corpo da melhor maneira que podia. A inércia física favorece a passividade mental e torna a mente mais receptiva à sugestão. Ela procurava neutralizar a sugestão do medo dizendo para si própria : "Canto muito bem. Sou uma mulher equilibrada, estou calma, serena e confiante." Ela repetia essa afirmação devagar, calmamente e impregnando-a com todo seu sentimento por umas cinco ou dez vezes, em cada ocasião. Efetuava três "sessões" diariamente e mais uma, pouco antes de dormir. No fim de uma semana estava inteiramente tranquila e confiante. Quando chegou o convite para a audição, cantou de maneira admirável.

do livro O Poder do Subconsciente, de Joseph Murphy

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Autossugestão é a sugestão (influência de uma ideia persistente) que alguém exerce sobre si mesmo, provocando alterações de comportamento. É um conceito amplamente utilizado nas técnicas de pensamento positivo, de programação neurolinguística e de relaxamento, entre outras.


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Joseph Murphy - Reações diferentes à mesma sugestão




REAÇÕES DIFERENTES À MESMA SUGESTÃO


     É certo que pessoas diferentes reagirão de maneiras diferentes à mesma sugestão, por causa dos seus condicionamentos ou crenças subconscientes. Por exemplo: se você se dirige a um marinheiro no navio e lhe diz em tom de simpatia: "Meu caro amigo, você parece muito doente. Não está passando mal? Tenho a impressão de que você vai enjoar".     De acordo com seu temperamento, o marinheiro vai rir de sua "piada" ou vai ficar levemente irritado. Neste exemplo, sua sugestão é para ouvidos surdos, pois ela se associa na mente do marinheiro com a sua própria imunidade ao enjôo. Portanto, não há medo nem preocupação e sim confiança em si próprio.     O dicionário informa que sugestão é o ato ou estado de colocar alguma coisa na mente de alguém, o processo mental pelo qual o pensamento ou idéia que se sugeriu é recebido, aceito e posto em ação. Você deve sempre lembrar-se de que uma sugestão não pode impor à mente subconsciente algo que esteja contra a vontade da mente consciente.     Em outras palavras: sua mente consciente possui o poder de rejeitar a sugestão dada. No caso do marinheiro, por exemplo, ele não tinha medo de enjôo. Convencera-se a si próprio de sua imunidade e a sugestão negativa não tivera o poder de transmitir-lhe medo.     A sugestão ao outro passageiro, no entanto, trouxe à tona o seu medo latente do enjôo. Cada um de nós possui os seus próprios medos interiores, crenças e opiniões e essas premissas interiores regem e governam as nossas vidas.     Uma sugestão não possui nenhum poder intrínseco e de nada é capaz enquanto você não a aceita mentalmente. Isso faz com que seus poderes subconscientes fluam num caminho limitado e restrito, de acordo com a natureza da sugestão.

do livro O Poder do Subconsciente, de Joseph Murphy


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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Krishnamurti - A mente é o resultado do tempo

Jiddu Krishnamurti


A mente é o resultado do tempo

A mente vai sendo influenciada todo o tempo para pensar ao longo de certa linha. Apenas as religiões organizadas costumavam estar por trás da mente, mas hoje os governos assumiram amplamente essa função. Eles querem moldar e controlar sua mente. Na superfície a mente pode resistir ao controle deles. Superficialmente você tem alguma voz na questão, mas sob a superfície, no inconsciente profundo, está todo o peso do tempo, da tradição, empurrando você numa direção particular. A mente consciente pode até certo ponto controlar e guiar a si mesma. Mas no inconsciente suas ambições, seus problemas não resolvidos, suas compulsões, superstições, medos, estão esperando, pulsando, forçando. Todo este campo da mente é o resultado do tempo; é o resultado de conflitos e ajustamentos, de toda uma série de aceitações sem compreensão completa. Assim, vivemos num estado de contradição; nossa vida é um processo de luta infindável. Somos infelizes, e queremos ser felizes. Sendo violentos, praticamos o ideal da não-violência. Então há um conflito acontecendo; a mente é um campo de batalha. Queremos estar seguros, sabendo internamente, profundamente, que não existe absolutamente tal segurança. A verdade é que não queremos encarar o fato de que não existe segurança; assim, estamos sempre buscando segurança, com o medo resultante de não estarmos seguros.

- Krishnamurti, The Book of Life


Sugestão de vídeo: O que é religião?




quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Neale Donald Walsch - O medo



Vídeo de Neale Donald Walsch, autor da série de livros "Conversando com Deus".
Você será cativado e inspirado conforme Neale discute o tema generalizado do medo e como podemos utilizar essa emoção para promover o nosso crescimento.



"A religião o incentiva a explorar os pensamentos de outras pessoas e aceita-las como seus. A espiritualidade o convida a deixar de lado os pensamentos das outras pessoas e ter os seus." -- Neale Donald Walsch

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Jiddu Krishnamurti - Uma busca inútil

Jiddu Krishnamurti


Uma busca inútil

Enquanto pensarmos em termos de tempo, haverá medo da morte. Eu aprendi, mas não cheguei ao ponto final e, antes de morrer, devo encontrá-lo; e se não o encontrar antes de morrer, pelo menos eu espero encontrar na próxima vida, e assim por diante. Todo nosso pensar se baseia no tempo. Nosso pensar é o conhecido, é o resultado do conhecido, e o conhecido é o processo do tempo; e com essa mente estamos tentando descobrir aquilo que é para ser imortal, fora do tempo, o que é uma busca inútil. Isto não tem significação exceto para filósofos, teóricos e especuladores. Se eu quiser descobrir a verdade, não amanhã, mas de fato, diretamente, não deve o eu, o ego que está sempre juntando, lutando, e dando a si mesmo uma continuidade pela memória, ele não deve cessar? Não é possível morrer enquanto se está vivo, não perder a memória artificialmente, o que é amnésia, mas realmente cessar de acumular através da memória e, assim, parar de dar continuação ao "eu"? Vivendo neste mundo, que é do tempo, não é possível para a mente produzir, sem nenhuma forma de compulsão, um estado em que o experimentador e a experiência não têm base? Enquanto existir o experimentador, o observador, o pensador, haverá o medo de findar e, consequentemente, da morte. E assim, se for possível para a mente conhecer tudo isto, estar totalmente cônscia disto e não simplesmente dizer: "Sim, isto é simples", se a mente puder estar cônscia de todo o processo da consciência, ver a total significação da continuidade e do tempo, e da futilidade desta busca através do tempo para descobrir aquilo que está fora do tempo - se ela puder estar cônscia de tudo isso, então pode haver a morte que é realmente uma criatividade fora do tempo. 

J. Krishnamurti, The Book of Life


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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O barqueiro e o sábio - reflexão




Um sábio atravessava de barca um rio e, conversando com o barqueiro, perguntava: "Diga-me uma coisa: você sabe botânica?" O barqueiro olhava para o sábio e respondia: "Não minto, não senhor; não sei que história é essa". "Você não sabe botânica, a ciência que estuda as plantas?" "Mas que pena! você perdeu uma parte de sua vida!" O barqueiro continuou remando. Depois de um pouco, perguntou novamente o sábio: "Diga-me uma coisa: você sabe astronomia?" O coitado do caiçara cocou a cabeça, olhou de um lado, olhou de outro, e disse: "Não, não, senhor; não sei o que é astronomia". "Astronomia é a ciência que estuda os astros, o espaço, as estrelas". "Que pena! você perdeu parte de sua vida!" E assim foi perguntando um pouco de cada ciência; se o barqueiro sabia sociologia, física, química, e de nada o barqueiro sabia. E o sábio sempre terminava com o seu rifão: "Que pena! você perdeu parte de sua vida!" De repente o barco bateu de encontro a uma pedra, rompeu-se e começou a afundar. O barqueiro perguntou ao sábio: "O senhor sabe nadar?" "Não, não sei". "Que pena! o senhor perdeu sua vida inteira!".


Trecho do livro: Hei de Vencer, de Arthur Riedel


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Reflexão - O poder das palavras




O poder das palavras

Sempre num lugar onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com os dizeres:

'Vejam como sou feliz!'

'Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado.'

Alguns passantes o olhavam intrigados, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro. Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.

Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse:

'Você é muito criativo! Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?'

'Vamos lá. Só tenho a ganhar', respondeu o mendigo.

Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa.

Daí pra frente sua vida foi uma sequência de sucessos e há certo tempo ele tornou-se um dos sócios majoritários.

Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair da mendicância para tão alta posição.

Contou ele: -Bem, houve época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia:

'Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados! Mal consigo sobreviver!'

As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia:

'Tudo que você fala a seu respeito vai se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja você, diga a si mesmo e aos outros que você é próspero.'

Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa para:

'Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado.'

E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o Poder das Palavras. O universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade. Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará. Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.

Uma repórter ironicamente questionou: - O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?

Respondeu o homem, cheio de bom humor: 'Claro que não, minha ingênua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas!'





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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Vídeo: Eckhart Tolle e seu despertar interior



Trecho do dvd "Simple Truth" no qual Tolle descreve o que ocorreu nos seus 29 anos, como ele teve o despertar interior e com isso ficou completamente em paz. Tolle também escreveu o livro o PODER DO AGORA,um livro precioso para ser lido várias vezes e praticado. Um livro que explica muito bem o poder da meditação e a necessidade desta prática na vida diária.



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